Egressos como ponto-chave na estratégia de carreira e especialização da IES

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Um dos benefícios de implementar uma central de carreiras na Universidade é o suporte disponibilizado não só para alunos, mas principalmente aos egressos. O apoio dado a esses ex-alunos é fundamental para que eles enfrentem os desafios do início da carreira e possam se estabelecer e destacar no mercado de trabalho.
Ao manter um relacionamento contínuo com os egressos, é possível incentivá-los a aplicar o conceito conhecido como lifelong learning, isto é, educação continuada. Desta forma, oferecendo recursos exclusivos e facilitadores para ex-alunos, eles podem retornar à instituição de ensino superior agora como alunos de pós-graduação ou extensão.

 

 

Como está o cenário da pós-graduação no país?

O setor da educação continuada no Brasil está relativamente aquecido e não é de hoje. O desemprego, a necessidade do reskilling e upskilling e a abertura de novas frentes de trabalho estão motivando os profissionais a buscarem programas de pós-graduação.
Um levantamento feito pelo Instituto Semesp no ano passado concluiu que, entre 2016 e 2019, o número de matriculados em cursos de especialização lato sensu e MBA cresceu 74%, contabilizando cerca de 1,2 milhões de estudantes frente a 683 mil do período anterior.
Anualmente, o mesmo Instituto organiza o Mapa do Ensino Superior no Brasil, com o objetivo de compilar uma gama de dados e análises para entender este cenário no país. A edição deste ano indicou um aumento de 8,62% entre matriculados em especialização de nível superior. Se em 2019 havia em torno de 1,1 milhões de alunos, esse número saltou para cerca de 1,2 milhões em 2020.

 

 

Educação continuada x empregabilidade

Outro dado interessante é que, em certa medida, os mais qualificados foram os menos afetados pelo desemprego ao longo da pandemia de Covid-19. Foi o que apontou a II Pesquisa de Empregabilidade, fruto de uma parceria entre a Symplicity e o Instituto Semesp, com dados coletados entre outubro e novembro de 2020.
Dos 9.228 alunos e egressos que responderam à pesquisa, mais da metade do segundo grupo estava realizando estágio ou atuando em sua área de formação (61,4% de IES privadas e 65,2%, de IES públicas). Apenas 17,4% dos respondentes estavam desempregados.
Além disso, a taxa de profissionais considerados subutilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua é uma fatia maior se comparada aos desempregados.
São eles: desocupados; que estão trabalhando menos horas do que gostariam; que desistiram de procurar emprego (desalentados); ou que gostariam de trabalhar, mas por algum motivo não estavam disponíveis. Houve um aumento de 43% desse grupo com ensino superior entre o quarto trimestre de 2019 e o mesmo período de 2020.
Dentre essas subcategorias, a que mais cresceu foi a de desalentados e indisponíveis, com um avanço de 138% entre o fim de 2019 e o de 2020, seguida pelos desempregados (33%) e aqueles que estão trabalhando menos tempo (13%), de acordo com os dados da Pnad.
Especialistas acreditam que um fator que pode explicar por que muitos dos mais qualificados puderam passar intactos pelo desemprego, é a maior possibilidade desses profissionais trabalharem remotamente.
Dos 7,3 milhões de pessoas que estavam trabalhando na modalidade home office em novembro último, 76% tinham ensino superior completo ou pós-graduação, apontou a pesquisa Pnad Covid-19 do IBGE.

 

 

Como a Symplicity pode destacar a IES neste cenário?

Entender o índice de empregabilidade entre os ex-alunos e o nível de satisfação com os cursos em que se formaram são elementos-chave para identificar os pontos de atenção e otimizá-los nos cursos e na central de carreiras sucessivamente.
Tais pontos são fundamentais para regular os indicadores de desempenho (KPIs) e melhorar a estratégia de empregabilidade de um modo mais assertivo. Tudo isso por meio de um software exclusivo que integra toda a instituição.
O Symplicity CSM foi construído com insights das principais instituições e organizações do mundo e tem como objetivo impactar diretamente a preparação, orientação e colocação dos alunos e egressos no mercado de trabalho.
O resultado é positivo para todos: à instituição, ao aluno e aos empregadores. Entre em contato conosco e saiba mais sobre como expandir a pós-graduação da IES ao alavancar a empregabilidade dos alunos.

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