Pesquisa aponta especificidades do mercado de trabalho atual; saiba quais são e como a IES deve preparar seus alunos

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A consultoria global de recrutamento especializado Robert Half realizou recentemente a pesquisa “Demanda por talentos no cenário atual”, a fim de entender melhor especificidades do mercado de trabalho.  

 

Para uma instituição de ensino superior, é imprescindível que sua área de carreiras esteja atenta a indicadores como estes, a fim de propor um plano de formação profissional mais assertivo a seus alunos e também egressos. 

 

Leia neste artigo insights relevantes às estratégias de empregabilidade da instituição. 

 

O que disseram profissionais e recrutadores sobre o mercado de trabalho atual 

 

A pesquisa obteve respostas de 1,5 mil executivos responsáveis por contratações em empresas de pequeno, médio e grande porte de países como Alemanha, Bélgica e Brasil, e também de colaboradores na Austrália, Brasil, Holanda e Reino Unido, só para citar alguns.

 

Para este segundo semestre, a perspectiva de crescimento é positiva, inclusive no Brasil. A fatia dos recrutadores brasileiros que disseram estar muito confiantes corresponde a 43%, enquanto 48% se considera um pouco confiante, e apenas 8%, nada confiante. 

 

Comparando o cenário atual a um ano atrás, 59% dos profissionais no Brasil avaliaram suas perspectivas de carreira como mais positivas, ao passo que 20% consideraram como sem mudanças e outros 20%, como mais negativa.

 

Flexibilização do trabalho: novo “normal”? 

 

A flexibilidade do trabalho parece que veio para ficar, consolidando os modelos remoto e híbrido, o que traz à tona questões como aumento da qualidade de vida da força de trabalho e equilíbrio do âmbito pessoal e profissional dentre os principais benefícios. 

 

Isso porque 95% dos executivos afirmaram que as organizações permanecerão seguindo a cartilha da flexibilização no pós-pandemia, para que o futuro do trabalho seja parte em casa (ou em outro local, desde que acordado), e parte no escritório.

 

Pensando neste modelo híbrido, o levantamento apontou que 61% dos profissionais preferem o home office, 21% alega gostar do clima do escritório e 15%, preferem trabalhar em outros lugares. 

 

E como deve ser esse modelo híbrido? Segundo artigo do The Atlantic, o equilíbrio ideal é de três dias no escritório e dois, no home office, o que garantiria o melhor dos dois mundos e de quebra, potencializaria a autodeterminação, isto é, maior controle dos colaboradores sobre a sua rotina.

 

Setores em alta no mercado de trabalho 

 

As cinco indústrias que mais estão buscando profissionais e devem seguir nesse ritmo até o final do ano, de acordo com o levantamento, são as seguintes: 

 

  • Serviços financeiros
  • Tecnologia
  • E-businesse/e-commerce
  • Saúde 
  • Construção 

 

Dentre as ofertas de trabalho que têm surgido, combinadas à aceleração provocada pela pandemia, os recrutadores acreditam que, cada vez mais, o profissional deve ser dotado das chamadas “habilidades híbridas”. 

 

Isto é, equilibrar as hard às soft skills, habilidades técnicas e sociocomportamentais, reverberando o que o relatório The Future of Jobs 2020 já havia apontado.

 

Trata-se, por exemplo, do aprimoramento estratégico e de planejamento, da necessidade de uma comunicação mais assertiva e colaborativa com a equipe, da capacidade de trabalhar de forma mais flexível/remota e no surgimento de novas responsabilidades.

 

Nesse sentido, a área de carreiras deve orientar alunos e egressos a aperfeiçoar seu senso de responsabilidade, sua autonomia e soberania ante a suas funções, além de oferecer insights à IES quanto aos cursos de graduação e especialização, de olho nas necessidades do mercado.

 

Aliás, em termos de qualificação, a transformação digital é mais um alerta mencionado pelos profissionais: 69% acredita que a colocação no mercado de trabalho exige as chamadas tech skills

 

Alerta esse que já está no radar de 37% dos trabalhadores respondentes, que desejam aperfeiçoar as habilidades tecnológicas até o final deste ano. Já 32% busca aprimorar as competências de comunicação, e 28%, as de planejamento e organização. 

 

Aqui, o relacionamento do setor de carreiras com o egresso, principalmente, é essencial para incentivá-lo à educação continuada, oferecendo recursos facilitadores para que ele possa retornar à IES agora como aluno de cursos livres, extensão ou pós-graduação.

 

Diante do acima exposto, o que a Symplicity pode fazer pela IES?  

 

A vantagem de a universidade contar com uma central de carreiras, é poder orientar e direcionar seus alunos e egressos àquilo que os profissionais buscam hoje, de modo que eles consigam se inserir e se estabelecer em um mercado de trabalho que exige cada vez mais sua autogestão.

 

Seja na implantação ou no remanejamento da central de carreiras, a Symplicity atua junto à instituição para que ela tenha as melhores estratégias e ferramentas de qualificação profissional, possibilitando-a oferecer a seus alunos, e também egressos, todo o suporte necessário no desenvolvimento das habilidades necessárias, desde o início do curso.

 

Com o auxílio do poderoso software CSM Symplicity, integra-se em um único portal a instituição, os alunos e os empregadores com foco total em empregabilidade, seguindo a filosofia de que o aluno é protagonista de suas próprias conquistas, mas sempre pode contar com o apoio de qualidade que a instituição disponibiliza. 

Entre em contato conosco para saber mais sobre nossas soluções e destacar a sua IES!

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