Tecnologia, alta no EAD e edtechs no ensino superior

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Alta no EAD e edtechs no ensino superior: como a tecnologia alavanca a IES em um cenário híbrido desafiador

 

Uma das principais mudanças que foram aceleradas pela pandemia, é a revolução digital que imperou fortemente em diversos segmentos. O setor do ensino superior naturalmente vem neste balaio. 

 

Não é exagero dizer que, na grande maioria dos casos, o isolamento social não deu outra saída a estudantes que não fosse a adesão ao ensino a distância (EAD). 

 

Até mesmo aqueles que ingressaram na graduação e pós-graduação ao longo deste período, também não tiveram outra escolha, e os dados confirmam este cenário. 

 

O salto da modalidade EAD no Brasil

 

É verdade que o ensino a distância (EAD) é uma tendência que já vinha se solidificando antes mesmo da pandemia; desde 2009, com mais precisão. O impacto da crise sanitária no ensino superior, porém, fez a adesão ao modelo remoto disparar. 

 

Só entre 2020 e o primeiro trimestre deste ano, o número de estudantes matriculados em cursos EAD do ensino privado disparou para 9,8%. 

 

Diferentemente da quantidade de matrículas em cursos presenciais da rede privada, que diminuiu 8,9% no mesmo período, apesar de seguirem como maioria no país, com 71,5% dos alunos neste tipo de graduação.

 

Os dados são do Mapa do Ensino Superior no Brasil 2021, desenvolvido pelo Instituto Semesp.

 

Uma crescente em maiores proporções, por sua vez, tomou conta do mercado das edtechs brasileiras, startups que unem tecnologia ao setor da educação. Muitas das quais oferecem cursos 100% digitais, inclusive de graduação e pós-graduação.

 

Só neste ano, essas empresas já receberam cerca de US$ 222,5 milhões em investimento. Um aumento sete vezes maior comparado aos US$ 29 milhões investidos no ano passado, segundo a plataforma de inovação Distrito

 

Nessa esteira, muitas delas se destacam por focar em formação profissional, inclusive com disciplinas voltadas para o desenvolvimento de soft skills, grande trunfo para empregabilidade do profissional atual.

 

A exemplo da Descomplica, um dos destaques neste setor que recebeu, no começo deste ano, o maior aporte da história entre as edtechs da América Latina, nada menos do que R$ 450 milhões.

 

Isso quer dizer que o EAD derrubará o presencial? Não exatamente. Especialistas acreditam que o ensino superior também deve esbarrar na hibridização pós-pandemia, disponibilizando a modalidade remota não como regra, mas como uma espécie de auxílio.

 

Sendo assim, como a tecnologia pode destacar a IES?

 

A tecnologia de fato reafirmou a dependência que gera na sociedade atual. Até porque, no fim das contas, foi o que segurou as pontas no momento em que o mundo virou de cabeça para baixo. 

 

Diante de um ensino superior impactado pela pandemia, com alta adesão ao EAD e edtechs dominando o mercado, a IES que não se mexer e alinhar estrategicamente a formação técnica à profissional, utilizando a tecnologia como forte aliada, ficará para trás.

 

Para além da tecnologia servir de apoio ao ensino, este recurso também pode favorecer aquele que deve ser, hoje, um dos principais focos de uma instituição de ensino superior: a empregabilidade. E para isso, o setor de carreiras é a chave do sucesso.

 

Quando esta área dispõe de uma plataforma com tecnologia de ponta alinhada a estratégias assertivas, é possível integrar o plano pedagógico à formação profissional e disponibilizar todo o suporte necessário tanto para o corpo docente quanto discente.

 

Desta forma, o professor poderá saber qual é o melhor momento do curso para utilizar os recursos da área de carreiras e agregar ao aluno uma preparação mais completa para o mercado de trabalho, indo muito além do conhecimento técnico. 

 

Pode-se simular e aplicar práticas de conhecimento a alunos e egressos, orientando-os a desenvolver soft skills como autogestão, pensamento crítico e trabalho em grupo, preparando-os desde a entrevista de emprego até a sua desenvoltura no mercado. 

 

Tudo isso com um Career Services Manager (CSM) de ponta que integra toda a instituição remotamente, facilitando o acesso a seus recursos, centralizando dados que poderão ser analisados, simplificando operações, bem como acompanhando indicadores de desempenho (KPIs).

 

Destaque a empregabilidade da IES!

 

Foi o que a PUC Minas fez na prática com seu projeto PUC Carreiras, que passou intacto pela pandemia com as soluções estratégicas e digitais da Symplicity, das quais mais de 50 instituições também já se beneficiaram.  

 

As possibilidades são muitas: desde encontros e mentorias com profissionais do mercado, passando por feiras de carreira e testes de habilidades, ao portal de vagas exclusivo, tudo online com acesso facilitado, inclusive pelo celular. 

 

A Symplicity possui expertise para facilitar a execução desse plano, começando pela consultoria especializada para estruturar ou reestruturar a área de carreira da IES com um CSM robusto e know-how de mais de duas décadas!

 

Entre em contato conosco e conheça o parceiro certo para esta missão.

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